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Atualizado em 01/12/2020
Entidade de defesa dos animais pede punição para jovem que matou cachorro em Candói

Um Caso de maus tratos contra um cachorro, que foi enforcado no dia 14 de novembro, tem repercutido em Candói. O ato teria sido praticado por um jovem de 22 anos, que levou o animal até um matagal na região da Praça da Família e o matou enforcado. A Polícia Militar tomou conhecimento da situação e confeccionou o boletim de ocorrência. O documento foi encaminhado à Polícia Civil, porém, nada aconteceu com o responsável pela morte do animal.

 

A impunidade gerou revolta em integrantes da APAC – Associação de Proteção aos Animais de Candói, bem como de membros de entidades de outros municípios da região, como Guarapuava e Foz do Jordão, que pedem providencias às autoridades, visto que no fim de setembro, o presidente Jair Bolsonaro sancionou a Lei 14.064/2020, que aumenta a punição para quem praticar ato de abuso, maus-tratos, ferir ou mutilar animais. A pessoa enquadrada nesse tipo de crime será punida com pena de reclusão de dois a cinco anos, além de multa e a proibição de guarda. Com intuito de chamar atenção das autoridades, membros da APAC fizeram uma carreata na tarde deste domingo (29) em Candói.

Conforme a tesoureira da entidade, Gizele Aresneka, é inadmissível que o fato do dia 14 passa impune. Em vídeo divulgado nas redes sociais da entidade, ela ainda lembrou que é lamentável que se tenha que apelar para manifestações num momento em que o País tem leis adequadas para punir aqueles que cometem crimes contra animais. ‘Nós exigimos justiça, nós queremos cadeia para maus tratos. Chega ser um absurdo a gente ter que lutar por uma coisa que está na lei, uma coisa que é prevista e que já deveria estar sendo cumprida’, comentou.

Créditos: RBJ por Evandro Artuzzi Foto: APAC Candói

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