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22/02/2021
WhatsApp impõe data para usuário aceitar nova política — ou ficar sem mensagens

Adorado pelo brasileiros – e por quem adora espalhar fake news –, o WhatsApp tenta impor sua nova política de privacidade desde janeiro. Quando ela foi anunciada, no entanto, muitos usuários ficaram ressabiados. E, vários deles, julgando que a privacidade deles estava em jogo, migraram para aplicativos de mensagens rivais, caso do Signal e do Telegram.

Uma nova abordagem – mais branda – foi anunciada pelo WhatsApp na última quinta-feira. Agora os usuários têm até o dia 15 de maio – a data inicial era 8 de fevereiro – para assinar, digitalmente, a nova política de privacidade da startup. De acordo com o TechCrunch, quem não der o OK não conseguirá mais usar algumas funcionalidades do aplicativo.

 

 

Ainda segundo o TechCrunch, o WhatsApp informou em um e-mail, destinado a parceiros comerciais, que “por um curto período, esses usuários poderão receber ligações e notificações, mas não serão capazes de ler ou enviar mensagens do aplicativo." Refere-se, claro, à turma que não concordar com as novas regras. E esse “curto período” se traduziria em algumas semanas de banimento. Em outras palavras, para os rebeldes, nada de enviar mensagens ou fazer chamadas.

Não está totalmente claro, porém, o que acontecerá com os usuários rebeldes após esse tempo de castigo. A página de perguntas frequentes do WhastApp afirma, no entanto, que o aplicativo imporá a eles, após dia 15 de maio, sua política destinada a "usuários inativos". No que consiste? Via de regra na exclusão “após 120 dias de inatividade".

Em resumo, a nova política de privacidade da startup envolve apenas os dados das mensagens enviadas para contas comerciais. O WhatsApp explicará a atualização por meio de um banner no aplicativo, que levará os usuários a uma explicação completa das mudanças (que ninguém costuma ler). Em janeiro, os usuários receberem um ultimato, não colocado em prática, no qual era concordar com a nova política ou perder o acesso ao aplicativo. Agora vai?

 

Créditos: Exame.com Por Daniel Salles

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